terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

Um milhão de homens para a segurança do Brasil

Com a criação do Ministério Nacional de Segurança Pública pelo Governo Temer e com as forças de intervenção militar no Rio de Janeiro, o Brasil conta agora com, aproximadamente, um milhão de pessoas, entre militares  das |Forças Armadas,  integrantes da Força Nacional e da Policia Federal, forças auxiliares, corpos de bombeiros e policiais civis e militares estaduais, policiais rodoviários e ferroviários, para enfrentar a violência e o crime organizado garantindo a segurança interna e externa.

O ministro nacional da Segurança Pública, Raul Jungmann, tomou posse hoje no novo Ministério e afirmou que um dos principais alvos do seu trabalho será o desmantelamento do crime organizado que atua dentro sistema penitenciário brasileiro.

As forças de segurança atuarão em sintonia fina com as forças de intervenção, principalmente na área de inteligência, para combater o crime organizado e garantir a Ordem, um dos lemas do dístico da  Bandeira do Brasil ("Ordem e Progresso").

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

50 mil homens sob comando do Exército para intervenção no Rio de Janeiro


  Os 50 mil homens colocados para combater o crime organizado no Rio de Janeiro, sob o comando do general-de-exército Braga Netto, comandante militar do Leste, após o Presidente Michel Temer decretar intervenção federal naquela capital, com aprovação do Congresso Nacional, transmitem ao Brasil inteiro a sensação de que haverá muito conflito com o crime organizado e traficantes, com possibilidade de alastramento para outros estados brasileiros como São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio Grande do Norte, Roraima e Maranhão, onde o sistema penitenciário tem forte influência das facções criminosas.

A Oposição ao Presidente Temer considera que o decreto de intervenção não passa de uma jogada do atual presidente para angariar votos para uma possível candidatura para sua continuação no cargo presidencial, mas Temer nega.

Por outro lado, simpatizantes da Operação Lava Jato, que contribuiu para acusações contra 400 políticos, empresários e funcionários públicos, envolvidos em atos de corrupção, entre os quais o ex-Presidente Lula, já condenado em segunda instância e passível de prisão a qualquer momento, temem que a intervenção militar no Rio seja uma trama para abafar a Lava Jato por meio da criação de um Ministério da Segurança Pública com amplos poderes de ingerência até na Polícia Federal.

Nas redes sociais, os internautas apoiam, em sua maioria, o decreto de Temer, mas aguardam com expectativa as condições para que os militares possam agir com segurança  jurídica contra criminosos de alta periculosidade.

 
 
 
 
 
 
 
 

 

segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

PT em busca de salvação após a condenação de Lula

Com a .condenação do ex-Presidente Lula a 12 anos de prisão, seu nome fica praticamente fora da próxima disputa presidencial, para a qual ele contaria com 31% de preferência do eleitorado, segundo pesquisas realizadas pelo instituto Datafolha.
 
Dois fatos digladiam-se num processo dialético bem definido em torno da condenação de Lula e do rumo que o Partido dos Trabalhadores -PT- deve tomar nas próximas eleições presidenciais.
 
O PT foi criado no Rio Grande do Sul e se transformou no braço político da Igreja Católica no Brasil, via Lulopetismo, através do movimento sindical do ABC paulista e das Comunidades Eclesiais de Base. O destino de Lula sempre esteve traçado como espécie de síntese do embate entre o secularismo e a religiosidade, ambos de ideologia social-marxista, contidos nessas duas vertentes.
 
O Lulopetismo se apossou  do modelo original gaúcho e imprimiu-lhe identidade nacional e competitividade na disputa do poder. Com os 14 anos desastrados do Lulopetismo no governo, minas pela corrupção sistêmica, a Igreja se mantem silente e os quadros petistas gaúchos puristas ansiosos para se livrarem de Lula e refundarem o partido com um candidato próprio de fora de São Paulo.
 
O nome que o PT lançar será a síntese dialética desse embate e poderá significar a sobrevivência ou o sepultamento da sigla "Partido dos Trabalhadores", muito desgastada e praticamente repudiada por grande parte do povo brasileiro.