quinta-feira, 31 de maio de 2018

Paralisação dos caminhoneiros deixa prejuizo bilionário ao Brasil

  A paralisação de onze dias dos serviços de 2,5 milhões de caminhoneiros brasileiros vai chegando ao fim com um prejuízo total avaliado em 75 bilhões de reais (cerca de 25 bilhões de dólares) e a redução de crescimento do Produto Interno Bruto de 2,97% para 2,5% em 2018. Essa previsão foi confirmada pelo ministro da Fazenda, Eduardo Guardia.

  O desabastecimento causado pela paralisação atingiu o País inteiro levando a população ao desespero  pela falta de combustíveis e alimentos, mas as forças de segurança, composta por militares e policiais, vêm atuando há vários dias comboiando caminhões e motoristas para o abastecimento dos setores estratégicos. Filas intermináveis em postos de gasolina começam a se dissipar aos poucos, com a normalização do abastecimento e desobstrução das principais rodovias.

O Governo garantiu com subsídio a redução do preço do óleo diesel  nas bombas em 0,46 reais, por 60 dias, mas a Petrobrás continuará com sua política de preços dos combustíveis indexada ao mercado internacional em função do petróleo.

Ainda não foi avaliado o impacto dessa paralisação nos resultados das próximas eleições gerais no Brasil, mas tanto os partidos de esquerda quanto os de direita demonstraram interesse em se aproveitar das falhas do Governo Temer nas negociações com os caminhoneiros e do apoio da população à causa dos manifestantes.

Os que defenderam uma intervenção militar  para conter a crise de desabastecimento ficaram decepcionados com a posição das Forças Armadas de se manterem equidistantes dos atritos diretos com os caminhoneiros e petroleiros, que fizeram greve de 72 horas sem muito impacto. Os militares defendem, através de algumas importantes lideranças, eleições livres para que seus 72 candidatos a vários cargos sejam eleitos democraticamente. "Nada de baionetas", garantem.

O Presidente Michel Temer desistiu de se candidatar à reeleição e anunciou que o candidato do seu partido, o Movimento Democrático Brasileiro -MDB- será seu ex-ministro da Fazenda, Francisco Meirelles.

O ex-Presidente Lula continua preso em Curitiba e não poderá se candidatar, apesar de liderar as pesquisas feitas junto ao eleitorado com os pré-candidatos até agora conhecidos.

 

 

 

 

sábado, 7 de abril de 2018

Lula preso segue para a cadeia em Curitiba

O ex-presidente Lula foi preso   pela Polícia Federal hoje à noite, 27 horas depois de decretada sua prisão pelo juiz Sérgio Moro. Lula vai fazer um exame de corpo de delito na Polícia Federal em São Paulo e depois embarcara para Curitiba no aeroporto de Congonhas, na capital paulista.
 
A prisão de Lula ocorre sem violência e dentro dos planos da Polícia Federal, que teve que buscar Lula dentro do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo, onde milhares de militantes tentaram impedir o comboio policial de conduzir o ex-presidente.
 
Pela primeira vez um ex-presidente brasileiro é preso por corrupção e o impacto de ser o primeiro operário a presidir o País. com enorme carisma, foi maior junto às classes mais humildes. Lula foi condenado a 12 anos e um mês por corrupção, mas ainda responderá a outros processos por corrupção.

sexta-feira, 6 de abril de 2018

Lula desobedece ordem de prisão

O ex-presidente Lula continua refugiado no Sindicato dos Metalúrgicos em São Bernardo de Campo. em São Paulo, depois de ter desobedecido a sentença  de prisão do juiz Sérgio Moro no sentido de que Lula se apresentasse até as 17 horas de hoje em Curitiba. São mais de cinco horas de descumprimento do prazo dado por Moro.
 
Lula, apoiado por milhares de militantes do Partido dos Trabalhadores -PT-, tenta negociar uma estratégia de se entregar à Polícia Federal em sua sede em São Paulo ou ficar em prisão domiciliar, com tornozeleira eletrônica, em decorrência de sua idade e precárias condições de saúde.
 
Pela primeira vez no Brasil, um ex-presidente é preso por corrupção, e o fato mobiliza a atenção do Brasil e do mundo. Lula e os petistas fazem um teatro de resistência pensando nas eleições presidenciais de outubro. Lula não poderá se candidatar, mas a idéia é alimentar a campanha eleitoral do PT e do seu candidato, substituto, que ainda não está definido.